quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

100 YEARS OF FASHION IN 100 SECONDS

Inicio os Posts para a disciplina de Sociologia no curso de Moda.

100 YEARS OF FASHION IN 100 SECONDS


Extraído de: http://www.retronaut.co/2011/08/100-years-of-fashion-in-100-seconds/

Fotógrafos e seus ícones!!!

 Jeff Widener - Foto do Homem do Tanque na Tienanmen Square - 1989.
 Bill Eppridge -  Foto de Robert F. Kennedy após o seu assassinato em 5 de junho de 1968.
 Douglas Kirkland: "This is from my Evening with Marilyn."
 
Elliot Erwitt: "A foto foi tirada em 1974 do outro lado da rua Holdings do meu apartamento no Central Park de Nova York"
Harry Benson: "Brian Epstein — o empresário dos Beatles tinha acabado de lhes dizer que eram o número um na América e eu estava com eles vindo para Nova York, 1964."
Lyle Owerko: "No one knew such a beautiful warm day would serve as the backdrop to one of the most painful and confusing events to the heart of mankind. This picture is one small part of such a huge event that ties the threads of thousands of stories and millions of people together. Written words will never convey the whole scope of the event, nor even summarize the sounds, the smells or even the voices that are frozen in my memory bank from that day. I did the best job I could in photographing 9/11 so that future generations would have an idea of the scope of what happened, to have the evidence of how innocence can so easily be snatched away in a razor's edged moment of time. My hope is that in time the wounds and pain will heal and that wisdom and peace will prevail among the darkness of this event, so that humanity can move forward into a time of grace and understanding."


Mais criadores e criaturas no link: 

http://www.retronaut.co/2012/01/famous-photographers-and-their-most-iconic-images/

Fonte: Da seção achados e imperdíveis - Revista Piauí

Pinheirinho: artistas repudiam a desocupação violenta em prêmio do governo de SP

Vocês já ouviram falar da Coepad?

A Coepad é a primeira cooperativa no Brasil, e uma das únicas no mundo, formada por portadores de deficiência intelectual. 

Com papel reciclado, a Coepad produz agendas, cadernos, canudos de formatura, bolsas ecológicas, entre outras coisas. Sem nenhum tipo de patrocínio, ela depende da comercialização desses produtos para sobreviver.

A sede é no Estreito, parte continental de Florianópolis, e o principal ponto de vendas é uma lojinha no Centro de Cultura e Eventos da UFSC.

Os jornalistas Fernando Evangelista e Juliana Kroeger produziram um documentário sobre esta história, com lançamento previsto para março deste ano. O nome do documentário é Fibra.    

O trailer é este aqui:
É bem curto, um minuto e pouco. Assistam e, por favor, se gostarem, divulguem. 

A divulgação de vocês é importante para que a Coepad seja mais conhecida e continue crescendo. 

Quem quiser saber mais sobre o documentário, pode acessar www.docdois.com.br

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Questão fundiária de Pinheirinho começou com empresa de Naji Nahas

Fonte: Carta Capital

A expulsão à força dos moradores de uma área ocupada em São José dos Campos (SP) trouxe à tona um personagem conhecido das páginas sobre escândalos financeiros e policiais: o ex-megaespeculador Naji Nahas.
No caso do assentamento Pinheirinho, Nahas surge indiretamente como pivô de confusões, marca de sua biografia nos últimos 23 anos, graças a pendengas na Justiça.

O terreno ocupado por quase 6 mim famílias pertence oficialmente à Selecta, holding que englobava 27 empresas pertencente a Naji Nahas desde 1981. A Selecta, e o império de Nahas, começaram a ruir a partir do fim dos anos 1980.

 Os representantes dos moradores do assentamento argumentam que a Selecta se apropriou indevidamente das terras, que antes pertenciam a um casal de alemães assassinado em 1969.

O caso Pinheirinho é só mais um na longa lista de problemas de Naji Nahas. Libanês de família oriunda do Egito, Nahas casou com uma brasileira nos anos 1960 e aportou no País trazendo ao menos 50 milhões de dólares para investir. Começou com a criação de cavalos e coelhos. Terminaria a década seguinte como um dos grandes nomes do investimento da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro e figura fácil das colunas sociais. Na década de 1980, era a autêntica visão do capitalista vencedor: charuto na boca, roupas caras, amigos influentes, Rolls-Royces e muita, mas muita coluna social.
A figura pública de Naji Nahas começou a se deteriorar em 1989, com a quebradeira da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro que o teve como artífice.  Nahas foi acusado de tomar dinheiro emprestado para negociar ações para si próprio por meio de laranjas.

Com as falsas negociações, conseguiu inflacionar o valor das ações até vendê-las a um preço lucrativo. A margem de lucro pagava os bancos a quem emprestou dinheiro e ainda embolsava a diferença. Quando os bancos perceberam a artimanha, Nahas ficou sem o crédito e virou devedor de primeira grandeza na praça.

Quem embarcou na bolha junto com ele também ficou inadimplente. Seis empresas quebraram na sequência. A Bolsa carioca quase quebrou e nunca mais se recuperou até ser incorporada nos anos 2000 pela BMF e pela Ibovespa. Nahas fugiu da polícia por mais de três meses, até ser preso sob regime domiciliar.

A própria Justiça tomou decisões distintas nas sentenças. O primeiro veredito, posteriormente anulado, condenava Naji Nahas a quatro anos de prisão. O segundo, em 1997, a 24 anos e oito meses de prisão, além de multa de 730 mil reais. Em 2004, ele foi inocentado.

A partir do episódio, o nome Naji Nahas virou sinônimo de especulador topa-tudo e de ricaço falido que mantinha a pose nababesca. Mas seu nome só voltaria às manchetes anos depois, durante a Operação Satiagraha, da Polícia Federal.

Comanda pelo então delegado Protógenes Queiroz e autorizado pelo juiz Fausto De Sanctis, a Satiagraha visava quebrar um esquema de gestão fraudulenta de empresa, evasão de divisas públicas e sonegação fiscal envolvendo o publicitário Marcos Valério e o esquema de corrupção denominado Mensalão.

Conseguiu prender, além de Naji Nahas, o ex-prefeito de São Paulo, Celso Pitta, e o baqueiro Daniel Dantas, dono do banco Opportunitty.
Segundo a Polícia Federal, o esquema operava em dois núcleos distintos. O primeiro usava os recursos públicos desviados pelo esquema do Mensalão ao utilizar empresas de fachada, tudo, segundo a PF, sob a égide de Daniel Dantas. O segundo núcleo tinha a participação de Nahas, que fazia a lavagem de dinheiro em paraísos fiscais.

Nahas não se pronuncia sobre o caso.