http://www.businessinsider.com/reported-chemical-weapons-attack-in-syria-2013-8
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=Jd4yp3BUzeY#t=10
http://g1.globo.com/revolta-arabe/noticia/2013/08/oposicao-fala-em-1300-mortos-siria-nega-uso-de-armas-quimicas.html
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Spread bancário e sua influência na sociedade contemporânea
Por Leonardo Carlo Biggi de Paiva |
No que se relaciona a taxa de juros, a preocupação da sociedade é constante, havendo em noticiários, jornais e telejornais de todo o país, notícias quase que diárias de temas correlacionados ao assunto, podendo-se citar mesmo de grande euforia econômica o período em que o Copom decide fixar a taxa de juros básica da Economia.
É de grande relevância e influência na sociedade em tantos pontos diferentes o estabelecimento das taxas de juros, sendo cada vez mais necessário, portanto, compreender os meandros de formação dos juros e do porquê que assumem relevância tão grande em nosso meio, especialmente no que tange aos juros praticados pelas instituições financieras, que nesse âmbito assumem a nomenclatura de spread bancário.Contudo, não é tão simples
assim. Com esse spread (diferença da taxa de empréstimo e da taxa de captação), o banco tem de arcar com diversos custos e suportar riscos, como pagamento de impostos, pagamentos de custos administrativos, custos com a inadimplência, sendo que apenas com as sobras eventuais após o pagamento dessas diversas despesas é que o banco retirará seu lucro.
Nesse passo, oportuno demonstrar que o Spread bancário se decompõe em diversas parcelas. Segundo estudo da Febraban, o percntual das parcelas é o que segue: impostos diretos (20,6%); impostos indiretos e contribuições aoFundo Garantidor de Créditos (7,9%); despesas administrativas (14,1%); despesas com inadimplência (17%); e margem líquida (40,1%).
Em outro estudo do Banco Central, revelou-se que o spread brasileiro é composto por vários itens: custo administrativo (13,5% do total), inadimplência (37,35%), compulsório (3,59%), tributos (8,09%), outros impostos (10,53%) e margem líquida dos bancos (26,93%). Em outubro de 2009, atítulo de exemplo, portanto, dos 28,4 pontos do spread a margem (lucro) das instituições foi de 7,65 pontos porcentuais. (Fonte: Agência Sindical).
Ademais, quanto maior for a insegurança inspirada pela inadimplência de um páis tanto maior será o Spread bancário. Isto porque, segundo explicação do Banco central, a insegurança jurídica em relação aos contratos de crédito, ao colocar em risco o recebimento dos valores pactuados, retrai a oferta de crédito e aumenta o spread, por um lado, pressionando os custos administrativos das instituições financeiras, inchando em especial as áreas de avaliação de risco de crédito e a área jurídica; por outro lado, reduz a certeza de recebimento da instituição financeira, mesmo numa situação de contratação de garantias, pressionando o prêmio de risco embutido no spread, tudo isso fazendo com que o Spread aumente significativamente.
Portanto, do que restou exposto, verifica-se que a redução do Spread não é tão simples assim, pois que depende de uma série de elementos diversos, sendo que cada fator econômico pode influenciar de maneira significativamente em sua composição, impedindo a almejada redução.
Em termos numéricos, atualmente o Brasil se encontra em 2º lugar no que tange à taxa média do Spread, apontando 35,4 pontos percentuais, apenas peredendo para o Zimbábue, primeiro colocado no ranking, com 75 pontos percentuais, sendo certo que a Holanda que menor taxa de Spread possui, -0,6 pontos percentuais, consoante recente dado divulgado pelo site InfoMoney, que apresenta a tabela abaixo com as maiores e menores taxas de Spread.
| Taxa média de spread | |||
| País | Maiores taxas | País | Menores taxas |
| Zimbábue | 75 pontos percentuais | Holanda | -0,6 ponto percentual |
| Brasil | 35,4 pontos percentuais | Reino Unido | 0,2 ponto percentual |
| Madagascar | 33,2 pontos percentuais | Irã | 0,3 ponto percentual |
| Paraguai | 27,2 pontos percentuais | França | 0,7 ponto percentual |
| Malauí | 21,8 pontos percentuais | Eslováquia | 0,8 ponto percentual |
| Fonte: Fórum Econômico Mundial | |||
Destarte, esperando terem ficadas esclarecidas as dúvidas acerca da impossibilidade de redução das taxas de Spread, bem como esperando terem sido sanadas dúvidas acerca de seu conceito e composição, concluímos que muitos são os fatores econômicos que influenciam na definição das taxas de juros, sendo dificultosa sua redução especialmente em países que possuem índices de inadimplência elevados.
Bibliografia:
1.Livros:
RODRIGUES, Sílvio. Direito civil – parte geral das obrigações. Saraiva, 1986.
SILVA, De Plácido e. Vocabulário jurídico. Forense, 1987.
ROSSETI, José Paschoal. Introdução à Economia. Atlas,1980.
BARROS, Benedicto Ferri de. Mercado de Capitais e ABC de Investimentos. Atlas, 1970.
BETING, Joelmir. Os fatos e as versões da Economia. Na prática a teoria é outra.
2.Sites:
http://www.bcb.gov.br/
http://www.febraban.org.br/
http://web.infomoney.com.br/
Fonte: http://www.infoescola.com/economia/spread-bancario/ acesso em 19/08/2013
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Corrupção Privada
Quando vamos enfrentar os cartéis que tomaram conta de nossas cidades?
Por Raquel Rolnik
Há pouco mais de duas semanas a revista Isto É denunciou um esquema montado para desviar recursos das obras do metrô e dos trens metropolitanos de São Paulo há quase 20 anos. Uma das integrantes do esquema, a multinacional Siemens, assinou um acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), do Ministério da Justiça, a fim de obter imunidade civil e criminal para revelar como diversas empresas se articulavam num cartel para ganhar as licitações da área de transporte sobre trilhos, superfaturar preços e desviar recursos das obras para distribuí-los entre os envolvidos. Segundo a Isto É, apenas em contratos com governos de São Paulo, “duas importantes integrantes do cartel apurado pelo Cade, Siemens e Alstom, faturaram juntas até 2008 R$ 12,6 bilhões.”
Em casos como este, a imprensa costuma focar seus holofotes no envolvimento dos gestores públicos – no prefeito, governador, secretário ou funcionário envolvido no “esquema” – e suas ligações com partidos e eleições, engrossando o caldo da tese de que o problema das contratações públicas é a corrupção endêmica do Estado brasileiro. Entretanto, raramente se aborda como as empresas operam para combinar os esquemas e repartir entre si as obras e seus lucros. Cartéis de empresas que controlam a coleta e destinação do lixo, que prestam serviços de transportes ou que executam grandes obras públicas é o “arroz com feijão” da gestão das cidades brasileiras. Pude testemunhar pessoalmente como as empresas prestadoras de serviço combinam e distribuem as obras e lotes de concessões entre si – definindo de forma cartelizada os preços –; e quando o poder público, seja em que nível for, municipal, estadual ou federal, não se submete a esses esquemas, ou seja, não contrata de acordo com essas combinações, as empresas inviabilizam qualquer tipo de contratação. O lock-out se dá, por exemplo, sob a forma de boicote das licitações (que podem ser esvaziadas), de recursos no judiciário interpostos aos resultados das licitações, adiando indefinidamente o início das obras e a prestação dos serviços… E aí o gestor – ou responsável político – tem que responder para a população por que o lixo está acumulado no meio da rua, ou por que a anunciada nova intervenção não saiu até agora…
É verdade que repartir – com os gestores pessoalmente ou com fundos partidários – os lucros dos esquemas com as empresas tem sido a resposta predominante por parte do Estado, resposta que, além de perpetuar os esquemas, prejudica a população já que o superfaturamento significa um gasto maior, pago pelos cidadãos…
Como qualquer outro caso, obviamente, este escândalo nas contratações das obras do metrô e dos trens de São Paulo precisa ser apurado, os responsáveis punidos e os recursos públicos desviados têm que ser ressarcidos. No entanto, mais uma vez temos a chance de discutir – e a imprensa, no geral, se exime de fazer isso – como esse modelo tomou conta das contratações em nossas cidades e estados. Em algum momento teremos que enfrentar esta questão.
Fonte: Aldeia Gaulesa
terça-feira, 13 de agosto de 2013
aí eu chego
ai eu chego
digo-lhe nada
e meto-lhe um olhar por entre as pernas
meto-lhe logo dois, três, quatro destes
que a natureza deu-me de empréstimo
para corar as moças puras
e fazer pensar
as pequenas
ai eu chego
digo-lhe como vai
e como tens passado
não me conheces é claro
é minha vez mais fecunda por aqui
ora porque te vejo
porque te beijarei logo mais as três e quinze da madrugada
e as 3 e dezessete estarei entre tuas coxas
meus lábios estarão suados
e minha língua saberá sabores
molhados
e quentes
e saberá mistérios
saberá do mundo
e saberá de sonhos
deslizando pelos pêlos ralos
empinados de tua pele
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
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